Marcelo Luís de Souza Ferreira

” Tiago: 4. 11. Caros irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem se põe a falar contra algum irmão ou passa a julgar o seu irmão, acaba protestando contra a Lei e a julga também. Ora, se passas a julgar a Lei, cessas de obedecê-la e assumis a posição de juiz. 12. Um só é o Legislador e Juiz, Aquele que pode salvar e aniquilar. Tu, no entanto, quem és, para julgar o teu semelhante?”

Esse talvez seja o nosso maior problema.

Nos preocupamos tanto com outros pecados e com pecados dos outros que terminamos nós mesmos pecando. E, o que é pior, incidindo num dos pecados que Deus mais abomina: a maledicência.

” Provérbios: 6. 16. Há seis atitudes que o SENHOR odeia, sete atitudes que ele detesta: 17. olhos arrogantes, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, 18. coração que maquina planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal, 19. a testemunha falsa que espalha difamações e aquele que provoca contendas entre irmãos!”

Ao praticarmos esse pecado nos fazemos juízes no lugar de Deus, questionando a Sua justiça e, consequentemente, o Seu caráter. Nos arrogamos uma posição e uma atribuição que não são nossas.

Nos tornamos, assim, soberbos, orgulhosos de nós mesmos. E, como a Palavra diz, “Deus resiste aos soberbos”. O próprio Deus passa a nos resistir.

A palavra de Deus é mais cortante que uma espada de “dois gumes”. Ela atinge quem ouve, mas principalmente quem fala.

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