Marcelo Luís de Souza Ferreira

“Efésios: 5. 17. Portanto, não sejais faltos de juízo, mas buscai compreender qual é à vontade do Senhor.”

Deus nos criou com um propósito.

Há um detalhado e complexo plano para nossas vidas, que se revela no plano individual e no plano coletivo.

No plano individual somos filhos de Deus, feitos agora à Sua imagem e semelhança, e nossos corpos se tornam templos, moradas permanentes do Espírito Santo.

No plano coletivo somos uma grande família, que deve funcionar em conjunto, tornando-se no todo, e por meio da nossa diversidade e da diversidade dos dons espirituais, o corpo de Cristo na terra.

Tudo o que Deus faz é perfeito!

E Deus não improvisa.

Deus planeja e seus planos são altos e eternos.

Mais ainda, Deus é organizado e organizador.

Ele ordenou o caos, dando-lhe forma, função, finalidade e normas.

Ele distribuiu funções específicas a cada coisa criada.

Ele atribuiu finalidade própria a cada ser, de modo que tudo viesse a funcionar de forma harmoniosa, perfeita como expressão de Sua própria perfeição.

Quando olhamos a natureza por ele criada percebemos essa harmonia e perfeição, com todos os elementos funcionando em conjunto.

E não é diferente conosco.

Cada um foi criado com um propósito e no corpo de Cristo cada um possui uma função específica.

Por isso, Paulo nos incentiva a buscar compreender a vontade de Deus.

E, no plano coletivo, começa a falar sobre o primeiro grupo social criado por Deus – a família -, esclarecendo como o Pai imaginou o Seu funcionamento quando decidiu unir um homem a uma única mulher e fazer dos dois um único ser para se relacionar com Ele.

Submeter-se ao plano de Deus e à forma como Ele elaborou o casamento e organizou o funcionamento da família, abrindo mão dos nossos vãos conceitos humanos, é o primeiro passo para uma vida plena, feliz e abençoada.

Portanto, vamos refletir sobre os nossos papéis e sobre o que Deus espera de cada um de nós para se fazer presente nas nossas vidas:

” Efésios: 5. 22. Esposas, cada uma de vós respeitai ao vosso marido, porquanto sois submissas ao Senhor; 23. porque o marido é o cabeça da esposa, assim como Cristo é o cabeça da Igreja, que é o seu Corpo, do qual Ele é o Salvador. 24. Assim como a igreja está sujeita a Cristo, de igual modo as esposas estejam em tudo sujeitas a seus próprios maridos. 25. Maridos, cada um de vós amai a vossa esposa, assim como Cristo amou a sua Igreja e sacrificou-se por ela, 26. a fim de santificá-la, tendo-a purificado com o lavar da água por meio da Palavra, 27. e para apresentá-la a si mesmo como Igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou qualquer outra imperfeição, mas santa e inculpável. 28. Sendo assim, o marido deve amar sua esposa como ama o seu próprio corpo. Quem ama sua esposa, ama a si mesmo! 29. Pois ninguém jamais odiou o próprio corpo, antes o alimenta e dele cuida, assim como Cristo zela pela Igreja, 30. pois somos membros do seu Corpo. 31. “Por este motivo, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua esposa, e os dois se tornarão uma só carne.” 32. Este é um mistério grandioso; refiro-me, contudo, à união entre Cristo e sua Igreja. 33. Portanto, cada um de vós amai a sua esposa como a si mesmo, e a esposa trate o marido com todo respeito”

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